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No sistema HACCP, a etapa de avaliação do risco envolve a identificação de potenciais perigos, bem como a determinação da sua probabilidade e severidade. Isto assegura uma avaliação e gestão sistemáticas dos riscos associados a perigos biológicos, químicos, físicos, bem como da presença de alergénios nos processos de manipulação, processamento e distribuição dos alimentos.
Garantir a realização de uma completa avaliação de riscos protege-o contra dispendiosas retiradas de produtos do mercado, preserva a integridade da sua reputação e minimiza a probabilidade de intervenções das entidades oficiais. Este processo ajuda as empresas do sector alimentar a identificar áreas de maior preocupação e a implementar medidas adequadas para mitigar os riscos e garantir a conformidade com os regulamentos e normas de segurança alimentar.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, para efetuar uma avaliação completa dos riscos, se analisem tanto os perigos como os riscos. Perigo e risco são termos que muitas vezes são incorretamente utilizados como sinónimos, mas na realidade não são a mesma coisa.
Um perigo é um agente biológico, químico ou físico presente num alimento com potencial para causar um efeito nocivo à saúde.
Um risco é uma medida da probabilidade de encontrar um perigo em relação à gravidade que este pode causar.
Esta avaliação é um processo complexo que exige um conhecimento especializado aprofundado.
Na indústria alimentar, existem diferentes métodos para efetuar avaliações de risco para garantir a segurança e a qualidade dos produtos alimentares.
A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo centra-se nos sistemas de gestão da segurança alimentar. Envolve sete princípios:
Ao aplicar os princípios HACCP, os fabricantes de alimentos podem avaliar e controlar os riscos associados aos perigos biológicos, químicos, físicos e da presença de alergénios na produção alimentar.

A Avaliação de Ameaças e Pontos Críticos de Controlo aborda ameaças intencionais ou actos de sabotagem ou terrorismo. Ao integrar o TACCP nas práticas de avaliação do risco, os produtores de alimentos podem proteger-se contra ameaças deliberadas à segurança alimentar.
A Avaliação da Vulnerabilidade e Pontos Críticos de Controlo complementa o TACCP, centrando-se na fragilidade das cadeias de abastecimento alimentar à adulteração ou à fraude alimentar. O seu objetivo é identificar pontos vulneráveis na cadeia de abastecimento, melhorar os processos de controlo e verificação dos fornecedores e implementar medidas para mitigar os riscos de fraude alimentar. Ao incorporar o VACCP nos quadros de avaliação do risco, os operadores do sector alimentar podem aumentar a transparência, a integridade e a confiança na cadeia de abastecimento.
Ao seguir estes passos, a sua organização pode identificar e atenuar os riscos potenciais para proteger a saúde dos seus consumidores e avaliar exaustivamente os riscos e implementar medidas de controlo eficazes para garantir a segurança, a qualidade e a integridade dos seus produtos.
Assegurar que o seu sistema de gestão da segurança alimentar inclui todos os perigos relevantes é uma tarefa diária que pode consumir muito tempo. É necessário manter-se informado sobre os novos ou os mais relevantes perigos e os respetivos limites legais para reagir rapidamente e implementar o procedimento correto.
Para o ajudar a realizar uma identificação exaustiva dos perigos e etapas de avaliação dos riscos, podemos apoiá-lo com seguintes úteis ferramentas:
Uma plataforma online que monitoriza e analisa o quadro legislativo do sector alimentar e dos bens de consumo em 73 países.
Esta ferramenta monitoriza a legislação e os regulamentos para fornecer informações atualizadas sobre os limites máximos de contaminantes químicos e biológicos.
Uma ferramenta online para uma monitorização internacional efetiva dos alertas de segurança e fraude relativos a produtos e matérias-primas de todo o mundo.
Os nossos consultores estão disponíveis para o ajudar a manter o seu sistema de gestão da segurança alimentar em resposta a possíveis alterações, tais como novos produtos e novas matérias-primas, implementação de novos equipamentos ou modificação de processos. Estas alterações podem exigir uma avaliação de risco adicional e a implementação de um plano de controlo adequado.

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