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Alimentos processados

Alimentos processados

O processamento alimentar define-se como qualquer procedimento que altere os alimentos do seu estado natural. Como exemplo de processamento alimentar temos a congelação, a secagem, a moagem, o enlatamento, a mistura, a adição (sal, açúcar, gordura, ou outros aditivos) entre outros. Estes processos fazem parte da nossa dieta desde os tempos antigos e têm evoluído em paralelo com a humanidade.

A Mérieux NutriSciences pode ajudar as indústrias dos alimentos processados na garantia e no controlo da qualidade dos seus produtos

Ao longo dos anos surgiram diferentes sistemas para classificar os alimentos de acordo com o seu grau de processamento, a fim de orientar as políticas de saúde pública. Estes incluem o sistemas como o IARC-EPIC (Europa), o UNC (Estados Unidos), o NIPH (México), o IFPRI (Guatemala), o NOVA (Brasil), ou o SIGA (França). 

O sistema NOVA(1) tornou-se o mais amplamente utilizado e classifica os alimentos e os géneros alimentícios de acordo com o grau de transformação a que são submetidos. Este sistema subdivide, portanto, os alimentos em 4 categorias:

  1. Alimentos não transformados e minimamente transformados como partes comestíveis de alimentos inteiros, modificados sem adição de novas substâncias para prolongar a validade, segurança ou palatabilidade (por exemplo, cereais moídos, carnes, ovos, leite, legumes, frutos secos e sementes).
  2. Ingredientes culinários transformados como substâncias extraídas, ou substâncias recolhidas da natureza, para utilização na preparação de alimentos (por exemplo, óleos vegetais, vinagre, manteiga, açúcar e sal).
  3. Alimentos processados como combinações de ingredientes culinários, não processados ou minimamente processados (por exemplo, peixe enlatado, queijo, pães artesanais, carnes curadas);
  4. Alimentos ultra processados com formulações prontas a consumir ou prontas a aquecer, feitas através da combinação de substâncias derivadas de alimentos com aditivos, tipicamente através de uma série de processos industriais (por exemplo, refrigerantes, confeitaria, snacks salgados, pão embalados e bolachas).

Os peritos em nutrição e parte da comunidade científica manifestaram preocupação acerca da utilização do NOVA, bem como de sistemas semelhantes que atribuem superioridade nutricional a alimentos menos processados por serem excessivamente simplistas e não apoiados por provas científicas sólidas.

Dadas estas limitações, a regulamentação nacional e as políticas baseadas nestas abordagens poderiam, de facto, ter um impacto negativo na nutrição e na saúde e induzir os consumidores em erro sobre as suas escolhas alimentares.

A análise química da composição e dos perigos nestes tipos de alimentos é essencial para escolher as melhores formulações, apoiar as alegações nutricionais e de saúde, e fazer as declarações de rotulagem adequadas, incluindo alertas sobre a presença de alergénios.

Referencias

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