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Análise sensorial de embalagens

No caso específico da embalagem, as análises sensoriais permitem compreender se o material mantém inalteradas as características organolépticas dos alimentos ou se, pelo contrario, a alteram devido à migração de substâncias voláteis. Esta propriedade pertencente aos materiais em contacto com os alimentos é também um requisito previsto pelo Art. 3 do Regulamento (CE) n.º 1935/2004.

Os nossos serviços de análise sensorial de embalagens

A Mérieux NutriSciences pode ajudar na:

  • Análise olfativa e do sabor com recurso a um painel, de acordo com UNI 10192, DIN 10955 e ISO 13302 e teste de Robinson.
  • Análise do odor e off-flavour, de acordo com UNI EN 1230-1 e -2 em amostras de papel e cartão.
  • Análises de pesquisa por GC/MS para detectar e quantificar substâncias voláteis que podem transferir da embalagem para o alimento e no espaço livre da embalagem.
Análise sensorial de embalagens. Consumido a cheira o conteúdo de embalagens com alimentos

Normas e métodos que aplicamos

  • EN 1230-1 — avaliação do odor libertado por papel e cartão destinados ao contacto alimentar.
  • EN 1230-2 — ensaio de off-flavour/“teste de Robinson” (transferência de sabor via fase gasosa) em papel e cartão.
  • DIN 10955 — avaliação sensorial de materiais de embalagem em geral.
  • ISO 13302 — métodos para avaliar alterações do aroma/sabor de alimentos ou simuladores causadas pela embalagem.
  • UNI 10192 — (quando aplicável) procedimentos para a idoneidade organolética de embalagens primárias.

Como desenhamos o estudo de análise sensorial de embalagens

  • Definição do uso: tipo de alimento, tempo/temperatura, contacto direto/indireto e área de contacto.
  • Escolha da metodologia e do simulador ou alimento de teste adequado.
  • Painel treinado segundo ISO 8586; sala de provas conforme ISO 8589.
  • Execução: preparação do material; exposição em condições definidas nas normas; recolha de respostas com escalas/atributos definidos.
  • Interpretação e relatório: decisão de aceitação de acordo com a norma aplicada; quando necessário, correlação com GC/MS para identificação de compostos voláteis.

Garantimos uma avaliação organolética rigorosa — com métodos normalizados e painel treinado — e transformamos os resultados em decisões práticas, ajudando a cumprir o Regulamento (CE) nº 1935/2004, reduzir risco de reclamações e proteger a experiência do consumidor. Se prepara um lançamento, alterou fornecedores/processo ou enfrenta auditorias, este é o momento certo para validar a sua embalagem.