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As toxinas vegetais são metabolitos secundários tóxicos produzidos por determinadas plantas como mecanismo de defesa natural contra predadores, microrganismos, insetos ou até outras plantas. Estes compostos podem acumular-se em várias partes da planta — folhas, flores, sementes ou raízes — e, consequentemente, contaminar produtos alimentares ou rações animais. A sua presença em alimentos pode ser intrínseca ou resultar de contaminação cruzada durante a colheita, o transporte ou o armazenamento.
Toxinas intrínsecas das plantas:
Outras toxinas vegetais:
As toxinas vegetais podem estar naturalmente presentes em alguns géneros alimentícios ou alimentos para animais, ou podem ocorrer devido a uma possível contaminação cruzada no campo, durante a colheita ou o transporte. As culturas comestíveis contaminadas podem transportá-las na cadeia alimentar ou os animais podem transferi-las através dos alimentos para os seres humanos, causando graves consequências para a saúde. Algumas toxinas vegetais podem causar doenças crónicas devido às suas propriedades genotóxicas, carcinogénicas e teratogénicas. Outras têm toxicidade aguda, causando doença hepática venoclusiva ou efeitos alucinogénios. As toxinas vegetais de maior interesse alimentar incluem os alcaloides do tropano, os alcaloides da pirrolizidina, os glicoalcaloides, a calistegina, os alcaloides do ópio e os canabinóides, mais frequentemente encontrados em cereais, ervas aromáticas, especiarias, chá, infusões e mel.
Os painéis de peritos da EFSA efectuaram análises científicas e estudos de exposição para apoiar a decisão da Comissão Europeia de fixar teores máximos permitidos de determinadas toxinas vegetais para certos alimentos. Estes incluem:
A norma de referência na União Europeia para o controlo das toxinas vegetais é o Regulamento (UE) 2023/915, que estabelece os teores máximos admissíveis de determinados contaminantes nos géneros alimentícios. Este regulamento está em constante atualização, à medida que são recolhidos novos dados e publicadas novas avaliações de risco.
Nos últimos anos, foram introduzidos limites específicos para os alcaloides do tropano, alcaloides da pirrolizidina, alcaloides da cravagem (ergot) e alcaloides do ópio. Além disso, o Regulamento de Execução (UE) 2023/2783 define os critérios técnicos e métodos oficiais para amostragem e análise de toxinas vegetais.
A Mérieux NutriSciences disponibiliza um serviço completo e acreditado para a análise de toxinas vegetais em alimentos e rações, apoiando empresas do setor alimentar e agroindustrial no cumprimento dos requisitos legais e na proteção da saúde pública.
Utilizamos métodos de elevada sensibilidade e reprodutibilidade, validados com base nas diretrizes europeias. Acompanhamos os nossos clientes desde a definição do plano analítico até à interpretação dos resultados, com apoio técnico especializado.

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