Procuramos com esta página de FAQs simplificar o acesso à informação sobre os nossos serviços, procurando melhorar a comunicação com os nossos clientes.

Não hesite em contactar-nos se necessitar de informação adicional. 

Qual o horário de abertura?
(receção de amostras)

 

Dias úteis: Das 7 às 20 horas
Sábados: Das 8 às 16 horas

Os laboratórios, a nível mundial, estão acreditados?

 

 

 

Os laboratórios estão acreditados pelos respetivos organismos nacionais de acreditação, segundo a norma ISO/IEC 17025, para os mais diversos ensaios. O certificado de acreditação da Silliker Portugal S.A. pode ser consultado através da seguinte ligação:
http://www.ipac.pt/pesquisa/ficha_lae.asp?id=L0087

Em Portugal, o nosso laboratório é acreditado pelo IPAC (Instituto Português de Acreditação, I.P.).

Porque é que alguns ensaios são subcontratados a outros laboratórios do grupo?

 

Alguns dos ensaios solicitados são especializados. O grupo tem centros de excelência para os diferentes ensaios - acreditamos que desta forma receberá os melhores resultados.

Durante quanto tempo são mantidos os registos no sistema?

 

3 anos.
Se a informação requerida for anterior a esta data, por favor, faça um pedido ao nosso Serviço ao Cliente (info.pt@mxns.com).

A Mérieux NutriSciences oferece serviços de consultadoria em rotulagem?

 

Sim, contacte o nosso departamento de Rotulagem e Legislação:

Telefone: 227 150 826
Email: carla.barros@mxns.com

Aceleram testes para determinar o tempo de prateleira de um alimento?

 

Sim. Realizamos estudos acelerados em produtos acondicionados à temperatura ambiente. Estes estudos possibilitam-nos obter resultados em ½ ou em ¼ do tempo real, através do coeficiente de correlação Q10=2. As amostras são incubadas a 30ºC e 40ºC, respetivamente. A humidade também é controlada.

Qual a quantidade de amostra necessária para análise microbiológica?

 

150g de massa analisável.

Qual a quantidade de amostra necessária para análise nutricional completa?

 

600g por amostra.

Qual a quantidade de amostra necessária para análise de vitaminas?

 

1 embalagem fechada por vitamina a analisar.

Qual a quantidade de amostra necessária para análise de radioatividade?

 

1kg por amostra.

Qual a quantidade de amostra necessária para análise físico-química?

 

100g de amostra por ensaio.

Qual a quantidade de amostra necessária para análise de alergénios?

  1 embalagem única dedicada ao ensaio.
(minimo 100g por alergénio)

Em superfícies 1 zaragatoa seca por alergénio. 

Qual a quantidade necessária para análises de microbiologia e físico-química numa mesma amostra?

  Solicitamos o envio de 2 amostras distintas (1 para microbiologia e 1 para físico-química).

Qual o volume necessário de amostra para a contagem de Legionella em água?

 

  1l de amostra.

Como posso agendar uma colheita?

 

Contactar o Serviço ao Ciente através do e-mail:

info.pt@mxns.com

O que preciso de submeter juntamente com as amostras?

 

Deve ser enviada uma requisição com a indicação dos dados do Cliente e a identificação das amostras e dos ensaios a realizar.

 

Durante quanto tempo posso guardar zaragatoas por usar?

 

 

Conforme a validade definida na embalagem da zaragatoa, e desde que sejam respeitadas as condições adequadas de armazenamento.

 

Podem analisar ar comprimido?

 

Sim, temos um amostrador apropriado para realizar a colheita de ar comprimido.

Qual a diferença entre ensaios de Listeria spp e de Listeria monocytogenes?

 

 

Listeria monocytogenes é uma espécie específica do género Listeria. Uma contagem ou pesquisa de Listeria spp irá detetar todas as espécies de Listeria presentes na amostra.

 

Qual o tipo de recipiente adequado para a entrega de amostras para análise microbiológica?

 

O recipiente deve estar esterilizado - pode ser de vidro ou de plástico. Para obter recipientes esterilizados pode contactar o Serviço ao Cliente (info.pt@mxns.com).

 

 

Quais as condições ideais para o envio de amostras?

 

 

 

 

 

• Perecíveis (água e zaragatoas incluídas): em regra, abaixo de 5ºC: caixa térmica com termoacumuladores, sem entrarem em contacto direto com os produtos.

• Congelados: acondicionados em caixa térmica com gelo seco.

• Não perecíveis: Temperatura ambiente em qualquer recipiente.

Importante: Tenha a certeza que as amostras são devidamente acondicionadas para manter a integridade das mesmas.

 

Qual o tempo de retenção aconselhado para amostras de microbiologia?

 

 

Depende do tipo de amostra e do tipo de ensaio mas, no geral, as amostras são analisadas até 24 horas após a colheita.

Água, zaragatoas e placas de Petri devem ser analisadas em 24 horas.

Para testes mais específicos, o tempo de retenção pode variar – é aconselhável verificar com o Serviço ao Cliente (info.pt@mxns.com).         

      

Porque não é viável realizar testes com menores tempos de resposta em análises microbiológicas?

 

Em média, as bactérias multiplicam-se a cada 20 minutos. No entanto, é necessário tempo para que as bactérias cresçam até um nível que possam ser detetadas/contadas. É possível realizar métodos rápidos para alguns testes, mas não existe maneira de acelerar os métodos de cultura tradicionais. Legionella, bolores e leveduras são, normalmente, os ensaios mais demorados.

Ao testar a presença de alergénios posso declarar que o meu produto é livre dos mesmos?

 

 

Neste caso, o cliente deve contactar os nossos serviços de consultadoria.

Telefone: 917 564 763
Email: rodrigo.santos@mxns.com

 

É necessário testar a fibra alimentar quando é requerido uma declaração nutricional?

 

 

É fundamental determinar a fibra alimentar caso esteja presente no produto em quantidade significativa. É obrigatório, sempre que esteja a fazer alegações nutricionais sobre a fibra presente no seu produto.

 

Qual a quantidade de amostra necessária para uma análise nutricional completa?

 

 

600g por amostra.

 

Com que frequência devo realizar uma análise nutricional completa?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É necessário monitorizar a evolução do valor nutricional de forma contínua. Desta forma, é recomendado realizar, pelo menos, 4 controlos anuais, em três lotes diferentes escolhidos aleatoriamente. Os dados obtidos devem ser incorporados numa carta de controlo para monitorização da evolução e análise de tendências.

É necessário voltar a realizar a análise  nutricional de um produto sempre que:

• Existir uma modificação na formulação.
• Existir uma modificação no processo.
• Existir uma alteração de fornecedor de uma das matérias-primas.
• Existir uma alteração na variedade do produto agrícola ou pecuário utilizado, ou uma alteração nas condições de produção.

No caso da presença de vitaminas e outros componentes nutricionais degradáveis, será necessário proceder a um estudo de vida útil para avaliar a correspondente degradação. Em função dos resultados obtidos, poderá ser necessário limitar a validade do produto ou alterar a formulação para determinados nutrientes.

A  Mérieux NutriSciences recomenda a realização anual de um controlo analítico dos produtos presentes no mercado, recorrendo a uma amostra de um lote escolhido aleatoriamente. Colocamos à disposição dos nossos Clientes um serviço integral, que inclui a colheita da amostra, a realização do controlo analítico, a emissão do relatório final e a avaliação dos resultados segundo o Guia da Comissão Europeia relativo à fixação das tolerâncias aplicáveis aos valores de nutrientes declarados no rótulo.

 

Qual o limite máximo de pesticidas permitido na minha amostra?

 

 

Estes limites estão legislados. Para mais informações consulte os nossos serviços de Legislação ou o Serviço ao Cliente (info.pt@mxns.com).

 

Quais os testes incluídos numa pesquisa de metais pesados?

 

 

Uma pesquisa padrão inclui Arsénio, Cádmio, Chumbo, Mercúrio e Estanho.

 

Para que tipo de amostras se aplica a análise de Aflatoxina M1?

 

 

 

A aflatoxina M1 é produzida no leite de vacas alimentadas com produtos contaminados com aflatoxinas B1, B2, G1 ou G2. A Aflatoxina M1 pode ser encontrada no leite de vaca ou noutros produtos lácteos derivados do leite de vaca.

Nota: Não está presente em bebida de côco, bebida de soja ou em outras bebidas de origem vegetal.

 

Existe um limite de segurança para cada alergénio?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De acordo com o REGULAMENTO (UE) N.º 1169/2011 de 25 de Outubro relativo à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios:

• Dióxido de enxofre e sulfitos em concentrações superiores a 10mg/kg ou 10mg/l em termos de SO2 total que deve ser calculado para os produtos propostos como prontos para consumo ou como reconstituídos, de acordo com as instruções dos fabricantes;

 

De acordo com o REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N.º 828/2014 DA COMISSÃO de 30 de julho relativo aos requisitos de prestação de informações aos consumidores sobre a ausência ou a presença reduzida de glúten nos géneros alimentícios:

  • ISENTO DE GLÚTEN

A menção «isento de glúten» só pode ser utilizada se os géneros alimentícios, tal como vendidos ao consumidor final, não contiverem mais de 20mg/kg de glúten.

  • TEOR MUITO BAIXO DE GLÚTEN

A menção «teor muito baixo de glúten» só pode ser utilizada se os géneros alimentícios que são constituídos por ou contêm um ou mais ingredientes provenientes do trigo, do centeio, da cevada, da aveia ou das suas variedades cruzadas e que foram especialmente transformados para reduzir o teor de glúten não contiverem, tal como vendidos ao consumidor final, mais de 100mg/kg de glúten.

Considerando a lactose, a opinião científica "Scientific Opinion on lactose thresholds in lactose intolerance and galactosaemia" determina alguns limites para a lactose em determinados países, como referência.

Para a determinação do teor de lactose -  menção: sem lactose - recomendamos o método descrito na opinião científica acima mencionada.

O teor de lactose deverá ser inferior a 10mg/100g, no produto final.

O que é a acreditação?

 

A acreditação é o procedimento através do qual o organismo nacional de acreditação reconhece que uma entidade é competente para efetuar determinadas atividades de avaliação da conformidade (e.g.: ensaios, calibrações, certificações, inspeções). Este reconhecimento é efetuado usando normas internacionalmente aceites, para garantir o reconhecimento mútuo das acreditações.

(Fonte: IPAC)

O que é a acreditação flexível intermédia?

 

O âmbito de acreditação com descrição flexível intermédia admite a capacidade do laboratório para implementar novas versões de documentos normativos no âmbito da acreditação, pressupondo-se que a nova versão apresente características similares à anterior e requeira competências similares – mesmos princípios de medição, tecnologia (equipamentos), validação, calibração, controlo da qualidade, aprendizagem e formação.

(Fonte: IPAC)

O que é a acreditação flexível global?

 

Consiste em identificar no Anexo Técnico os ensaios/tipos de ensaios e produtos/tipos de produtos para os quais se reconhece a competência técnica para o laboratório atuar, sem discriminar os ensaios/exames de forma individual (descrição fixa/padrão do âmbito).

Dentro desta metodologia é delegada no laboratório a capacidade de definir e manter uma Lista, dentro do enquadramento de competência dado pelo Anexo Técnico, indexando cada ensaio/exame inscrito nesta Lista à correspondente numeração no Anexo Técnico.

(Fonte: IPAC)

O que é a ISO/IEC 17025?

 

É uma norma que estabelece os requisitos de gestão e os requisitos técnicos para a implementação do sistema de gestão da qualidade nos laboratórios de ensaio e de calibração.

Quais as diferenças entre acreditação e certificação?

 

A acreditação e a certificação são atividades que se diferenciam quer quanto aos objetivos quer quanto às normas que utilizam.A certificação (de sistemas de gestão) é uma atividade de avaliação da conformidade que visa demonstrar que a entidade tem um sistema de gestão credível.A acreditação reconhece a competência técnica da entidades para executar determinadas atividades cumprindo requisitos estruturais, técnicos e ainda de sistema de gestão, de modo a garantir a fiabilidade dos resultados dessas atividades.

(Fonte: IPAC)

Os laboratórios da Silliker Portugal estão acreditados?

 

Sim. Certificado de Acreditação n.º L0087.

O IPAC reconhece a competência das entidades acreditadas por organismos de acreditação estrangeiros?

 

O IPAC reconhece como equivalente a acreditação de entidades estrangeiras efetuadas de acordo com o Regulamento (CE) 765/2008 por organismos nacionais de acreditação signatários do acordo de reconhecimento mútuo relevante da EA.De igual modo o IPAC reconhece a equivalência das acreditações de entidades estrangeiras concedidas pelos signatários dos acordos de reconhecimento mútuo do IAF e ILAC - nota-se que este reconhecimento não tem valor para fins legais ou jurídicos específicos, devendo cada autoridade reconhecer conforme entender.

(Fonte: IPAC)

Qual o reconhecimento internacional das acreditações concedidas pelo IPAC?

 

Enquanto signatário do acordo de reconhecimento mútuo da EA, as acreditações concedidas pelo IPAC devem ser reconhecidas como equivalentes pelas autoridades nacionais dos Estados Membros da UE e EFTA ao abrigo do Regulamento (CE) 765/2008.Sendo o IPAC signatário dos acordos de reconhecimento mútuo do IAF e ILAC, os restantes signatários reconhecem a equivalência das acreditações concedidas pelo IPAC - para facilitar este reconhecimento, podem as entidades acreditadas pelo IPAC subscrever gratuitamente os acordos de sublicenciamento dos símbolos combinados IPAC-IAF e IPAC-ILAC.

(Fonte: IPAC)

Qual a validade dos Certificados de Acreditação do IPAC?

 

Os certificados de acreditação do IPAC não possuem uma data (de fim) de validade porque a acreditação é válida indefinidamente, enquanto a entidade evidenciar cumprir os requisitos de acreditação.O cumprimento continuado dos requisitos de acreditação é avaliado nos acompanhamentos regulares efetuados pelo IPAC - qualquer desvio significativo ou persistente resulta na suspensão ou anulação (parcial ou total) da acreditação, o que se reflete na informação disponibilizada na Secção Diretório. Assim, a confirmação da validade de uma dada acreditação pode e deve ser feita no Diretório.

(Fonte: IPAC)

Observações relativamente à colheita de amostras

 

Para efeitos da acreditação (pode consultar a seguinte ligação eletrónica para mais pormenores: http://www.ipac.pt/ipac/funcao.asp), e para evidenciar o cumprimento com a norma pela qual nos encontramos acreditados (NP EN ISO/IEC 17025:2005), temos que identificar claramente as colheitas de amostras que são realizadas pelo laboratório (e dentro destas as que se encontram no âmbito da acreditação) e aquelas colheitas cuja responsabilidade é do cliente.

Para este fim, usamos três frases diferentes:

1) "Colheita acreditada da responsabilidade do laboratório":
Esta frase é utilizada sempre que a responsabilidade da colheita da amostra é do laboratório (significa que é realizada por um técnico de colheitas devidamente qualificado para o efeito) e para uma matriz para a qual estamos acreditados. Nesta situação encontram-se as colheitas de amostras de águas para consumo humano e as colheitas de amostras de superfícies de carcaças (estes ensaios estão identificados no anexo técnico com o algarismo "1" na coluna intitulada "Categoria").

2) "Colheita não acreditada da responsabilidade do laboratório":
Esta frase é utilizada para todas as outras colheitas efetuadas pelos técnicos de colheita, mas para matrizes para as quais não estamos acreditados.

3) "Colheita da responsabilidade do Cliente":
Esta frase identifica todas as amostras cuja colheita não é da responsabilidade da Silliker (por exemplo, amostras entregues nas nossas instalações pelos Clientes). Estas colheitas nunca são acreditadas.

Quais são as principais alterações da norma NP EN ISO/IEC 17025:2018?

 

 

  • O pensamento baseado em risco permitiu alguma redução nos requisitos prescritivos e a sua substituição por resultados baseados no desempenho.
  • Inclusão da análise de riscos e de oportunidades.
  • Há maior flexibilidade nos requisitos de processos, procedimentos, informações documentadas e responsabilidades organizacionais.
  • Adicionada a definição de “laboratório”.
  • Obrigatório colocar a incerteza dos resultados dos ensaios nos boletins analíticos (BA).
  • Adoção obrigatória da estrutura e dos requisitos da ISO/CASCO relacionados com a imparcialidade, confidencialidade, reclamações e sistemas de gestão.
  • Os requisitos da versão 2005 da norma, relativos a "Aquisição de produtos e serviços" e "Subcontratação de ensaios e calibrações", foram combinados.
  • “Regra de decisão” a ser aplicada ao efetuar uma declaração de conformidade agora deve ser confirmada com o cliente na fase de análise da proposta e deve ser incluída no BA.
  • Todas as alterações nas amostras, detetadas durante o registo, têm que ser identificadas nos BA.
  • Todas as dúvidas de descrição da amostra têm que ser esclarecidas com os clientes.
  • Se a amostra se desviar das condições específicas/normais, esta informação tem que ser registada no BA.
  • Toda a informação fornecida pelo cliente deverá estar devidamente identificada no BA: “Toda a informação relativa à descrição da amostra foi fornecida pelo cliente:”
  • Deverá existir uma menção nos BA quando a informação fornecida pelo cliente possa afetar a validade dos resultados.

 

 

Se for necessário reemitir um boletim analítico (BA), é necessário colocar o motivo da alteração no novo BA?

 

  Sim. E para cumprir com este requisito foram estabelecidas 13 frases genéricas com as justificações aplicáveis.

 

Depois da emissão do BA posso pedir para mudar a marca do produto analisado?

 

  Não é possível efetuar a reemissão de BA que decorra de alterações da marca sem que o produto tenha sido analisado de novo. 

 

Depois da emissão do BA posso pedir para adicionar ensaios?

 

  Sim.
Depois da emissão do BA posso pedir para retirar ensaios?  

Sim, nas seguintes situações:

  • O pedido inicial do cliente não incluir esse ensaio e, por lapso, esse ensaio foi registado.
  • Para separar resultados de microbiologia dos resultados de química em BA distintos, mas todos os resultados são reportados.
  • Para separar os resultados de várias amostras em BA distintos, mas todos os resultados são reportados.

 

O que é a regra de decisão?

 

  É a ferramenta utilizada pelo laboratório para efetuar a avaliação da conformidade dos resultados.
Quando é que se pode utilizar a regra de decisão?  
  • Sempre que houver necessidade de se avaliar um resultado com uma especificação (legislação), critério (cliente) ou norma (ensaio).
  • Sempre que a norma de ensaio ou especificação referir uma regra de decisão para a avaliação da conformidade.
Quais são as regras de decisão disponíveis?  

Há três regras de decisão definidas

  • Regra de decisão base: regra definida pelo laboratório e que inclui a incerteza do ensaio. São avaliados como não conformes, pelo laboratório, os resultados que:
  • Adicionados da incerteza sejam superiores ao limite máximo admissível.
  • Subtraídos da incerteza sejam inferiores ao limite mínimo admissível.
  • SANTE/11813/2017, para os resultados dos resíduos de pesticidas em alimentos e alimentos para animais:
  • São avaliados como não conformes, pelo laboratório, os resultados que subtraídos das incertezas sejam superiores aos limites máximos dos resíduos.
  • Decreto-Lei n.º 152/2017, para os resultados dos ensaios das águas de consumo humano. Esta regra de decisão não considera a incerteza do ensaio. São avaliados como não conformes os resultados que:
  • Sejam superiores ao limite máximo admissível.
  • Sejam inferiores ao limite mínimo admissível.

 

A incerteza dos ensaios é reportada nos BA? 

 

  Para todos os ensaios acreditados (exceto métodos qualitativos) é obrigatório indicar as incertezas nos BA.

 

Quando entram em vigor estas alterações?

 

  Estas alterações entram em vigor no dia 16 de Abril de 2020.

 

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