{"id":117283,"date":"2020-11-17T10:40:46","date_gmt":"2020-11-17T10:40:46","guid":{"rendered":"https:\/\/test.merieuxnutrisciences.com\/a-dinamica-do-mercado-de-protecao-de-culturas-no-brasil\/"},"modified":"2025-02-24T10:58:42","modified_gmt":"2025-02-24T10:58:42","slug":"a-dinamica-do-mercado-de-protecao-de-culturas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.merieuxnutrisciences.com\/br\/a-dinamica-do-mercado-de-protecao-de-culturas-no-brasil\/","title":{"rendered":"A Din\u00e2mica do Mercado de Prote\u00e7\u00e3o de Culturas no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Em 2019, de acordo com o CEPEA &#8211; Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada da Universidade de S\u00e3o Paulo, o agroneg\u00f3cio representava 21,4% do PIB total nacional, sendo respons\u00e1vel pelo aumento total das exporta\u00e7\u00f5es devido principalmente ao aumento da demanda de soja, complexo carnes, milho, algod\u00e3o, caf\u00e9, frutas e etanol.<\/p>\n<p>O agroneg\u00f3cio \u00e9 respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de mais de 20% de todos os empregos do pa\u00eds, enquanto o Brasil ocupa aproximadamente 9% do seu territ\u00f3rio com \u00e1reas cultivadas, estimadas em 65 milh\u00f5es de hectares (safra 2019\/20).<\/p>\n<p>Na agricultura, segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de gr\u00e3os estimada para 2020 \u00e9 de 253,7 milh\u00f5es de toneladas, acima da safra anterior, representando um novo recorde, com aumento de produ\u00e7\u00e3o em quase todas as safras, com destaque para soja, milho, algod\u00e3o, trigo, milho, arroz e feij\u00e3o.<\/p>\n<p>O Brasil ocupa posi\u00e7\u00e3o global relevante, como produtor e exportador de algumas das principais commodities agr\u00edcolas, sendo respons\u00e1vel por 58% do suco de laranja consumido em n\u00edvel mundial, 29% de toda a soja, 34% do caf\u00e9, 17% do a\u00e7\u00facar e 9% de milho. Portanto, o Brasil continuar\u00e1 ganhando import\u00e2ncia na agricultura.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-596 size-large\" src=\"http:\/\/blog-br.mxns.com\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/agro_arena1-1024x658.png\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"353\"><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-595 size-full\" src=\"http:\/\/blog-br.mxns.com\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/agroarena2.png\" alt=\"\" width=\"602\" height=\"61\"><\/p>\n<h6>Fontes: USDA, FGV Agro<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos recursos naturais e do alto conhecimento agron\u00f4mico voltado para as condi\u00e7\u00f5es tropicais, o amplo uso de tecnologia far\u00e1 com que o Brasil se destaque cada vez mais, aumentando seus n\u00edveis de produtividade a cada ano.<\/p>\n<p>A chave para aumentar a produtividade \u00e9 a busca incans\u00e1vel da competitividade global por meio de uso de tecnologias. O gr\u00e1fico a seguir mostra a evolu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada e os n\u00edveis de produtividade obtidos, demonstrando claramente que, enquanto a \u00e1rea agr\u00edcola se mant\u00e9m relativamente est\u00e1vel, os ganhos de produtividade t\u00eam aumentado significativamente, em fun\u00e7\u00e3o do uso das tecnologias dispon\u00edveis para o setor.<\/p>\n<p>Segundo dados de safra da Companhia Nacional de Abastecimento &#8211; CONAB &#8211; no per\u00edodo de 1990\/91 a 2019\/20, a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no Brasil cresceu 334% enquanto a \u00e1rea plantada cresceu 71%, o que significa que o uso de tecnologias aumentou a produtividade ao longo dos anos.<\/p>\n<p>Para entender melhor a evolu\u00e7\u00e3o, considerando a produtividade em 1990\/91, para produzir 251 milh\u00f5es de t (na safra 2019\/20), seriam necess\u00e1rios mais 100 Mio ha plantados al\u00e9m dos 65 Mio ha utilizados hoje.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-594 size-large\" src=\"http:\/\/blog-br.mxns.com\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/agroarena3-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"309\"><\/p>\n<h6>Fonte: CONAB. *5\u00ba LEVANTAMENTO \u2013 SAFRA 19\/20 \u2013 Fev 2020.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A produtividade continuar\u00e1 crescendo, segundo proje\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura do Brasil. De acordo com o documento \u201cPROJE\u00c7\u00d5ES DO AGRONEG\u00d3CIO Brasil 2019\/20 a Proje\u00e7\u00f5es de Longo Prazo 2029\/30\u201d, a \u00e1rea plantada pode crescer 16,7% at\u00e9 a safra 2029\/30 em rela\u00e7\u00e3o a 2019\/20, enquanto a produtividade pode aumentar 26,9%.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-593 size-full\" src=\"http:\/\/blog-br.mxns.com\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/agroarena4.png\" alt=\"\" width=\"602\" height=\"220\"><\/p>\n<h6>Fontes: GGAPI\/DCI\/SPA\/MAPA. SIRE\/Embrapa e UNB Depto Estat\u00edstica da CONAB<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto ao uso de tecnologias, um fator fundamental para o sucesso da agricultura em condi\u00e7\u00f5es tropicais \u00e9 o uso correto de defensivos agr\u00edcolas. Estes insumos t\u00eam importante papel no manejo e \/ ou controle das principais pragas, doen\u00e7as e plantas daninhas do mercado brasileiro. Nas condi\u00e7\u00f5es locais, a n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos pode causar perdas de at\u00e9 40%, ou o equivalente a 100 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os.<\/p>\n<p>Segundo o Sindiveg, o mercado brasileiro de defensivos agr\u00edcolas \u00e9 bastante relevante no cen\u00e1rio global, com um valor estimado (produto aplicado) em US $ 13,7 MM em 2019. O mercado cresceu 8% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Mais de 80% desse valor est\u00e1 concentrado em soja, milho, cana-de-a\u00e7\u00facar e algod\u00e3o.<\/p>\n<p>A soja \u00e9 a principal cultura, representando cerca de 50% da \u00e1rea plantada, liderando tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o e as exporta\u00e7\u00f5es globais, sendo respons\u00e1vel por 53% do valor do valor de aplica\u00e7\u00f5es de defensivos; o milho \u00e9 o segundo cultivo com 12%, a cana-de-a\u00e7\u00facar com 11% e o algod\u00e3o com 8%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos segmentos de defensivos agr\u00edcolas, os fungicidas s\u00e3o os mais importantes com 31% do valor aplicado, os inseticidas os segundos mais relevantes com 29% e os herbicidas e tratamento de sementes com 27% e 12% respectivamente.<\/p>\n<p>V\u00e1rios fatores influenciaram o valor de mercado nos \u00faltimos anos, sendo que, a partir de 2014, os elevados estoques remanescentes no mercado causaram forte impacto, reduzindo as vendas nos anos seguintes, sendo que a recupera\u00e7\u00e3o do valor do mercado ocorreu somente em 2019. O c\u00e2mbio \u00e9 sempre um fator determinante no valor de mercado, devido a sua volatilidade.<\/p>\n<p>O mercado de defensivos agr\u00edcolas no Brasil, refletindo a conjuntura mundial, tem passado por um processo de consolida\u00e7\u00e3o, o que vem afetando o conjunto de for\u00e7as do mercado. Esse mercado din\u00e2mico \u00e9 disputado por v\u00e1rias empresas, e aproximadamente 60% do seu valor est\u00e1 concentrado nas empresas de Pesquisa e Desenvolvimento + Biotecnologia como Bayer, Syngenta, BASF e Corteva, que est\u00e3o investindo em qu\u00edmica inovadora, novos germoplasmas e novos traits que podem combinar germoplasma com qu\u00edmica.<\/p>\n<p>A parcela de 30% do mercado est\u00e1 concentrada em empresas como UPL, FMC, Sumitomo, Adama e Iharabras, que tem modelos de neg\u00f3cios mistos entre p\u00f3s-patente e P&amp;D, alguns deles resultado de recentes processos de consolida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As recentes movimenta\u00e7\u00f5es no grupo de empresas de P&amp;D + Biotecnologia trouxeram mudan\u00e7as na oferta de produtos e servi\u00e7os e na forma de interagir com seus clientes. A nova oferta inclui produtos qu\u00edmicos protegidos por patente, sementes e caracter\u00edsticas, plataformas digitais e servi\u00e7os, com essas empresas procurando se diferenciar por meio de programas de marketing e como entregam valor aos seus clientes.<\/p>\n<h3>Prote\u00e7\u00e3o de safras \u2013 O desafio tropical<\/h3>\n<p>A din\u00e2mica de pragas, doen\u00e7as e ervas daninhas determina o alto valor do mercado de pesticidas e as taxas de ado\u00e7\u00e3o de defensivos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>No segmento de herbicidas, o controle de gram\u00edneas e algumas folhas largas, principalmente em \u00e1reas de plantio direto, tem trazido desafios aos produtores. O principal problema \u00e9 o aumento da toler\u00e2ncia aos modos de a\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis no mercado, baseado em produtos como glifosato, paraquat, ACC-ases, imidazolinonas, sulfonil ureias, etc, apenas para citar alguns dos principais ingredientes ativos ou grupos qu\u00edmicos. Al\u00e9m da resist\u00eancia adquirida pelas ervas daninhas, a biotecnologia, criando cultivos tolerantes a herbicidas n\u00e3o seletivos, vem gerando novas \u201cervas daninhas\u201d &#8211; as plantas volunt\u00e1rias. O milho \u00e9 um exemplo.<\/p>\n<p>No segmento de fungicidas, a ferrugem asi\u00e1tica da soja \u00e9 a principal doen\u00e7a. Alguns dos produtos atuais j\u00e1 come\u00e7am a apresentar redu\u00e7\u00e3o de efici\u00eancia devido \u00e0 alta exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s doen\u00e7as, fazendo com que o conceito de defesa fitossanit\u00e1ria passe a ser mais voltada a \u201cmanejo\u201d ao inv\u00e9s de \u201ccontrole\u201d das doen\u00e7as. O manejo consiste em adotar, al\u00e9m de todas as possibilidades de rota\u00e7\u00e3o dos modos de a\u00e7\u00e3o do fungicida, pr\u00e1ticas agron\u00f4micas como n\u00e3o plantar soja ap\u00f3s soja, uso de variedades de ciclo curto, uso de variedades com alguma toler\u00e2ncia \u00e0s doen\u00e7as, forte monitoramento em campo, plantio mais cedo, rota\u00e7\u00e3o de culturas, uso de produtos biol\u00f3gicos etc. Outras doen\u00e7as tamb\u00e9m v\u00eam ganhando import\u00e2ncia al\u00e9m da ferrugem, sendo importante identificar a doen\u00e7a e usar as ferramentas certas.<\/p>\n<p>No segmento de inseticidas, para o controle de lepid\u00f3pteros, al\u00e9m dos defensivos agr\u00edcolas convencionais, a tecnologia Bt (OGM) vem sendo amplamente utilizada, por\u00e9m, h\u00e1 relatos ou suspeitas de redu\u00e7\u00e3o do desempenho de algumas tecnologias, o que torna imprescind\u00edvel a utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de ref\u00fagio para maior efici\u00eancia no controle e prote\u00e7\u00e3o da tecnologia, evitando a forma\u00e7\u00e3o de resist\u00eancias e, portanto, a necessidade de desenvolvimento de novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Existem oportunidades no segmento de Lepidoptera em mercados onde a tecnologia Bt ainda n\u00e3o \u00e9 relevante (algumas regi\u00f5es e variedades de soja), para controle das pragas em \u00e1reas de ref\u00fagio e uso de inseticidas para prote\u00e7\u00e3o da tecnologia em aplica\u00e7\u00f5es em \u00e1reas de refugiados ou em \u00e1reas Bt visando quebrar o ciclo de pragas.<\/p>\n<p>O segmento de insetos sugadores vem ganhando cada vez mais relev\u00e2ncia, como os percevejos nos cultivos da soja, milho e algod\u00e3o<\/p>\n<p>Para todos os segmentos de defensivos agr\u00edcolas, \u00e9 fundamental que novos modos de a\u00e7\u00e3o sejam desenvolvidos para manter a agricultura com alternativas vi\u00e1veis de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Segundo estudo elaborado pela Kynetec, o mercado brasileiro \u00e9 composto por produtos em diferentes est\u00e1gios de matura\u00e7\u00e3o, sendo que 75% do valor ser\u00e1 baseado em produtos n\u00e3o patenteados at\u00e9 o final de 2020.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-592 size-full\" src=\"http:\/\/blog-br.mxns.com\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/agroarena5.png\" alt=\"\" width=\"483\" height=\"391\"><\/p>\n<h6>Fonte: Agropages\/Kynetec<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por fim, o Brasil \u00e9 um grande e interessante mercado para empresas de prote\u00e7\u00e3o de cultivos. Com mais de 2 safras anuais, condi\u00e7\u00f5es tropicais e adequadas para as pragas, o uso de agrot\u00f3xicos \u00e9 essencial na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de escala, com ganhos de efici\u00eancia e produtividade, essencialmente pela redu\u00e7\u00e3o ou elimina\u00e7\u00e3o de perdas por fatores bi\u00f3ticos.<\/p>\n<p><em>O Brasil \u00e9 um mercado para profissionais. Se voc\u00ea tiver interesse em saber mais sobre este mercado, entre em contato com os consultores da ArenaAgri e da M\u00e9rieux NutriSciences. <\/em><\/p>\n<p>Agende uma reuni\u00e3o e fale com nossos especialistas.<\/p>\n<h6><strong>ArenaAgri<\/strong><\/h6>\n<h6><strong>www.arenaagri.com<\/strong><\/h6>\n<h6>+55 (11) 99958 5652<\/h6>\n<h6><a href=\"mailto:rangel@arenaagri.com\">rangel@arenaagri.com<\/a><\/h6>\n<h6><strong>&nbsp;<\/strong><\/h6>\n<h6><strong>M\u00e9rieux NutriSciences (Bioagri Laborat\u00f3rios)<\/strong><\/h6>\n<h6><strong>www.baptister82.sg-host.com.br<\/strong><\/h6>\n<h6>+55 (19) 3429 7700<\/h6>\n<h6>+55 (19) 98137 3325<\/h6>\n<h6><a href=\"mailto:agro.br@mxns.com\">agro.br@mxns.com<\/a><\/h6>\n<h6>ou <a href=\"https:\/\/news-br.baptister82.sg-host.com\/solicitar-contato-virtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">solicite um contato virtual<\/a>.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias do texto:<\/strong><\/p>\n<h6>ABAG\/RP: https:\/\/www.abagrp.org.br\/numeros-do-agro &#8211; Sep\/6th\/2020<\/h6>\n<h6>Agropages: http:\/\/news.agropages.com\/News\/NewsDetail&#8212;36338.htm &#8211; Sep\/6th\/2020<\/h6>\n<h6>Sindiveg: https:\/\/gestagro360.com.br\/2020\/03\/23\/especial-mercado-brasileiro-de-defensivos-agricolas-no-ano-de-2019-sindiveg-divulga-primeiras-projecoes\/ &#8211; Sep\/6th\/2020<\/h6>\n<h6>https:\/\/revistagloborural.globo.com\/Noticias\/Agricultura\/noticia\/2020\/03\/setor-de-agroquimico-do-brasil-fica-em-alerta-quanto-oferta-da-china-por-coronavirus.html &#8211; Sep\/6th\/2020<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n<script type=\"text\/javascript\" async src=\"https:\/\/d335luupugsy2.cloudfront.net\/js\/loader-scripts\/764bbb9d-8198-4d75-a9a5-2e776e441da4-loader.js\" ><\/script>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2019, de acordo com o CEPEA &#8211; Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada da Universidade de S\u00e3o Paulo, o agroneg\u00f3cio representava 21,4% do PIB total nacional, sendo respons\u00e1vel pelo aumento total das exporta\u00e7\u00f5es devido principalmente ao aumento da demanda de soja, complexo carnes, milho, algod\u00e3o, caf\u00e9, frutas e etanol. 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